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Doação de medula óssea na leucemia infantil: quando o transplante é indicado

  • há 13 minutos
  • 2 min de leitura
Pessoa com doença grave recebendo suporte e cuidados de um profissional de saúde, demonstrando esperança e solidariedade.
Mais doadores significam mais chances de cura.

A doação de medula óssea na leucemia infantil é um tema central quando se discute tratamento em casos de maior complexidade. Embora muitos pacientes alcancem remissão com quimioterapia, há situações em que o transplante de medula óssea torna-se a alternativa terapêutica mais eficaz.


O transplante é indicado principalmente em casos de leucemias classificadas como de alto risco, falha na resposta inicial ao tratamento ou recidiva da doença. Nesses cenários, a substituição da medula comprometida por células-tronco saudáveis pode restabelecer a hematopoese normal e oferecer possibilidade real de cura.


Existem diferentes modalidades de transplante, sendo o alogênico — realizado com células de um doador compatível — o mais comum na leucemia infantil. A compatibilidade é determinada por marcadores genéticos específicos (HLA), e a probabilidade de encontrar um doador totalmente compatível fora da família é reduzida.


O Brasil conta com um dos maiores registros de doadores voluntários do mundo. Ainda assim, a diversidade genética da população brasileira torna indispensável a ampliação contínua do cadastro.


“A ampliação do registro de doadores de medula óssea impacta diretamente as chances de cura de crianças com leucemia.”

Além do aspecto clínico, o tema envolve políticas públicas, logística de captação e conscientização social. A informação qualificada é ferramenta essencial para combater mitos e ampliar a adesão à doação voluntária.


O fortalecimento das campanhas educativas e o incentivo ao cadastro de novos doadores representam estratégia concreta de ampliação do acesso ao transplante e melhoria dos desfechos terapêuticos.


Fontes: Instituto Nacional de Câncer (INCA); Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME); Organização Mundial da Saúde (OMS); Estudos recentes sobre transplante de medula óssea em oncologia pediátrica


 
 
 

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