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Tratamentos da leucemia infantil: protocolos atuais e avanços terapĂȘuticos

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Imagem de uma criança com tubo de oxigĂȘnio na cabeça segurando a mĂŁo de um adulto, simbolizando esperança e cuidado na recuperação hospitalar.
Avanços terapĂȘuticos ampliam as chances de cura.

O tratamento da leucemia infantil passou por transformaçÔes expressivas nas Ășltimas dĂ©cadas, resultando em aumento significativo das taxas de sobrevida. Atualmente, em centros especializados, a cura pode ultrapassar 80% em determinados subtipos, especialmente na Leucemia LinfoblĂĄstica Aguda.


O tratamento tradicional baseia-se em quimioterapia combinada e administrada em fases. A fase de indução tem como objetivo alcançar remissão completa. Em seguida, consolidação e manutenção visam eliminar células residuais e reduzir o risco de recaída.


Em situaçÔes de maior risco ou falha terapĂȘutica, o transplante de medula Ăłssea pode ser indicado como estratĂ©gia potencialmente curativa.


Nos Ășltimos anos, avanços cientĂ­ficos trouxeram novas possibilidades:

  • Terapias-alvo: medicamentos que atuam em alteraçÔes genĂ©ticas especĂ­ficas das cĂ©lulas leucĂȘmicas, permitindo maior precisĂŁo no tratamento.

  • Imunoterapia: uso de anticorpos monoclonais que auxiliam o sistema imunolĂłgico a reconhecer e destruir cĂ©lulas tumorais.

  • Terapia com cĂ©lulas CAR-T: tecnologia inovadora que modifica geneticamente cĂ©lulas de defesa do prĂłprio paciente para atacar a leucemia, mostrando resultados promissores em casos refratĂĄrios.


Outro avanço relevante é o monitoramento da doença residual mínima, que permite avaliar a resposta ao tratamento com alta sensibilidade e ajustar protocolos de forma individualizada.


“A incorporação de terapias-alvo e imunoterapia representa um novo capítulo no tratamento da leucemia infantil.”

Apesar dos avanços, desafios permanecem, incluindo o acesso equitativo às terapias mais modernas e o acompanhamento dos efeitos tardios do tratamento.


A pesquisa contínua e o investimento em centros especializados são fundamentais para ampliar ainda mais as taxas de cura e reduzir a morbidade associada à doença.


Fontes: Instituto Nacional de CĂąncer (INCA); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Organização Mundial da SaĂșde (OMS); Artigos recentes sobre imunoterapia e terapia CAR-T em oncologia pediĂĄtrica


 
 
 
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