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Epidemiologia da leucemia infantil: dados atuais e tendĂȘncias no Brasil e no mundo

  • Foto do escritor: Giselle
    Giselle
  • hĂĄ 3 horas
  • 1 min de leitura
Criança sorrindo no hospital, após tratamento contra cùncer, recebendo apoio na recuperação e exibindo força e esperança.
Leucemia Ă© o cĂąncer mais comum na infĂąncia.

A epidemiologia da leucemia infantil demonstra que essa neoplasia continua sendo o cùncer mais frequente entre crianças e adolescentes no Brasil e no mundo. Estima-se que a leucemia represente entre 25% e 30% de todos os casos de cùncer infantojuvenil.


No cenĂĄrio brasileiro, os tumores em crianças e adolescentes correspondem a aproximadamente 3% de todas as neoplasias malignas. Dentro desse grupo, a leucemia ocupa posição de destaque, sendo responsĂĄvel pelo maior nĂșmero de diagnĂłsticos anuais nessa faixa etĂĄria.


Globalmente, a incidĂȘncia varia conforme fatores demogrĂĄficos e estruturais, mas a doença mantĂ©m padrĂŁo consistente de predominĂąncia na infĂąncia. Os avanços no tratamento elevaram significativamente as taxas de sobrevida, que atualmente ultrapassam 80% em centros com acesso a protocolos terapĂȘuticos atualizados.


Entretanto, persistem desafios importantes. Diferenças regionais no acesso aos serviços especializados, demora no reconhecimento dos sintomas iniciais e limitaçÔes estruturais em determinadas localidades impactam os resultados clínicos.


“Conhecer a epidemiologia da leucemia infantil Ă© fundamental para planejar polĂ­ticas pĂșblicas e reduzir desigualdades no acesso ao tratamento.”

A melhoria dos registros hospitalares e sistemas de vigilùncia oncológica tem permitido maior precisão nos dados, favorecendo estratégias de enfrentamento mais eficazes.


O fortalecimento da atenção primĂĄria, a capacitação de profissionais de saĂșde e o acesso rĂĄpido a centros de referĂȘncia sĂŁo medidas determinantes para melhorar os indicadores relacionados Ă  leucemia infantil no Brasil.


Fontes: Instituto Nacional de CĂąncer (INCA); Organização Mundial da SaĂșde (OMS); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)


 
 
 
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