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Diagnóstico precoce da leucemia infantil: sinais de alerta e exames essenciais

  • há 6 horas
  • 1 min de leitura
Paciente infantil com mãe na consulta médica, com médica ao fundo, em ambiente clínico acolhedor e bem equipado.
Sintomas persistentes exigem investigação imediata.

O diagnóstico precoce da leucemia infantil é um dos principais fatores que impactam diretamente as taxas de cura e sobrevida. A leucemia representa cerca de 25% a 30% dos cânceres infantojuvenis, sendo a neoplasia mais frequente nessa faixa etária.


O grande desafio clínico está no fato de que os sintomas iniciais são frequentemente inespecíficos e podem simular quadros infecciosos comuns. Entre os sinais mais relatados estão palidez, fadiga intensa, febre persistente, sangramentos inexplicados, equimoses, dor óssea e aumento de linfonodos.


A suspeita deve ser considerada especialmente quando os sintomas persistem ou apresentam evolução atípica.


O hemograma completo é o primeiro exame de triagem e pode evidenciar alterações como anemia, leucocitose ou leucopenia e trombocitopenia. Diante de achados sugestivos, a confirmação ocorre por meio da punção e análise da medula óssea, associada a exames imunofenotípicos e genéticos que definem o subtipo da doença e orientam o tratamento.


“O reconhecimento precoce de sinais clínicos inespecíficos é decisivo para melhorar o prognóstico da leucemia infantil.”

Estudos demonstram que o atraso diagnóstico está associado a maior risco de complicações e piores desfechos. Por isso, a capacitação constante das equipes de saúde e o acesso ágil a serviços especializados são estratégias fundamentais para reduzir a mortalidade.


Investir no diagnóstico precoce da leucemia infantil é fortalecer a linha de cuidado oncológica pediátrica e ampliar as chances de cura.


Fontes: Instituto Nacional de Câncer (INCA); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Organização Mundial da Saúde (OMS)


 
 
 
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