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Tratamentos da leucemia infantil: protocolos atuais e avanços terapêuticos

  • 13 de fev.
  • 2 min de leitura
Imagem de uma criança com tubo de oxigênio na cabeça segurando a mão de um adulto, simbolizando esperança e cuidado na recuperação hospitalar.
Avanços terapêuticos ampliam as chances de cura.

O tratamento da leucemia infantil passou por transformações expressivas nas últimas décadas, resultando em aumento significativo das taxas de sobrevida. Atualmente, em centros especializados, a cura pode ultrapassar 80% em determinados subtipos, especialmente na Leucemia Linfoblástica Aguda.


O tratamento tradicional baseia-se em quimioterapia combinada e administrada em fases. A fase de indução tem como objetivo alcançar remissão completa. Em seguida, consolidação e manutenção visam eliminar células residuais e reduzir o risco de recaída.


Em situações de maior risco ou falha terapêutica, o transplante de medula óssea pode ser indicado como estratégia potencialmente curativa.


Nos últimos anos, avanços científicos trouxeram novas possibilidades:

  • Terapias-alvo: medicamentos que atuam em alterações genéticas específicas das células leucêmicas, permitindo maior precisão no tratamento.

  • Imunoterapia: uso de anticorpos monoclonais que auxiliam o sistema imunológico a reconhecer e destruir células tumorais.

  • Terapia com células CAR-T: tecnologia inovadora que modifica geneticamente células de defesa do próprio paciente para atacar a leucemia, mostrando resultados promissores em casos refratários.


Outro avanço relevante é o monitoramento da doença residual mínima, que permite avaliar a resposta ao tratamento com alta sensibilidade e ajustar protocolos de forma individualizada.


“A incorporação de terapias-alvo e imunoterapia representa um novo capítulo no tratamento da leucemia infantil.”

Apesar dos avanços, desafios permanecem, incluindo o acesso equitativo às terapias mais modernas e o acompanhamento dos efeitos tardios do tratamento.


A pesquisa contínua e o investimento em centros especializados são fundamentais para ampliar ainda mais as taxas de cura e reduzir a morbidade associada à doença.


Fontes: Instituto Nacional de Câncer (INCA); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Organização Mundial da Saúde (OMS); Artigos recentes sobre imunoterapia e terapia CAR-T em oncologia pediátrica


 
 
 

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