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Violência digital e cyberbullying contra crianças e adolescentes: riscos, impactos e dever de proteção

  • Foto do escritor: Giselle
    Giselle
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Jovem sentado no chão com mochila roxa ao lado, calçando tênis coloridos e usando meias com listras, em ambiente escolar ou público.
Cyberbullying não é brincadeira: causa sofrimento real e exige proteção ativa.

A violência digital e o cyberbullying contra crianças e adolescentes configuram um dos principais desafios contemporâneos na proteção da infância e da adolescência. O avanço do acesso à internet e às redes sociais ampliou as possibilidades de interação, mas também expôs jovens a novas formas de agressão.


O cyberbullying envolve práticas como humilhações públicas, ameaças, disseminação de boatos, exposição de imagens íntimas e exclusão social em ambientes virtuais. Essas condutas podem ocorrer de forma contínua, ultrapassando os limites do espaço escolar e invadindo o ambiente familiar.


“A violência digital pode causar danos emocionais tão graves quanto a violência presencial.”

Impactos psicológicos e sociais

Pesquisas recentes associam a exposição à violência digital a aumento de transtornos emocionais em crianças e adolescentes. Entre os efeitos mais comuns estão ansiedade, depressão, alterações do sono, isolamento social e prejuízo no desempenho escolar. Em situações mais graves, há risco de automutilação e ideação suicida.


A vulnerabilidade é ainda maior quando o jovem não encontra acolhimento ou apoio ao relatar a violência, o que reforça o silêncio e a perpetuação do abuso.


“Proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual é um dever de todos.”

O papel dos adultos na prevenção

A proteção contra a violência digital exige atuação integrada:

  • Pais e responsáveis devem acompanhar o uso de dispositivos e redes sociais

  • Escolas precisam desenvolver ações educativas e protocolos de prevenção

  • Profissionais de saúde devem estar atentos a sinais emocionais e comportamentais

  • O diálogo aberto e a escuta ativa são fundamentais para a identificação precoce


O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura o direito à dignidade, ao respeito e à proteção contra qualquer forma de violência, inclusive no ambiente digital.


Caminhos para um ambiente digital mais seguro

A educação digital, o fortalecimento da autoestima, o incentivo ao uso responsável da tecnologia e a responsabilização de condutas abusivas são estratégias essenciais para reduzir os impactos da violência online.


Garantir um ambiente virtual seguro é parte do compromisso social com o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.


Fontes: Organização Mundial da Saúde (OMS); UNICEF; Ministério da Saúde; Estudos científicos sobre cyberbullying e saúde mental infantojuvenil


 
 
 

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