Vacinação infantil no Brasil: por que a queda da cobertura preocupa a saúde pública
- Giselle
- há 19 minutos
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A vacinação infantil no Brasil sempre foi reconhecida como uma das maiores conquistas da saúde pública. No entanto, nos últimos anos, a redução das taxas de cobertura vacinal passou a representar um alerta importante para o sistema de saúde e para a sociedade.
A diminuição da vacinação compromete a chamada imunidade coletiva, mecanismo que impede a circulação de agentes infecciosos quando a maioria da população está protegida. Com a queda da cobertura, doenças que estavam controladas ou eliminadas podem voltar a circular, colocando em risco especialmente crianças pequenas e adolescentes.
“A queda da cobertura vacinal coloca em risco conquistas históricas da saúde pública.”
Doenças que podem retornar
A redução das taxas vacinais aumenta o risco de reintrodução de doenças como:
Sarampo
Poliomielite
Coqueluche
Difteria
Rubéola
Essas doenças podem causar complicações graves, sequelas permanentes e até óbitos, principalmente na infância.
Por que a cobertura vacinal caiu?
Diversos fatores contribuem para esse cenário:
Disseminação de informações falsas sobre vacinas
Percepção equivocada de que as doenças deixaram de existir
Dificuldades de acesso aos serviços de saúde
Impactos da pandemia na rotina de acompanhamento infantil
Esses elementos reforçam a necessidade de campanhas educativas contínuas e de fortalecimento da atenção básica.
“Vacinar é proteger a criança e toda a comunidade.”
A importância da vacinação como direito da criança
A vacinação é um direito garantido às crianças e adolescentes e um dever compartilhado entre famílias, profissionais de saúde e o Estado. Manter o calendário vacinal atualizado é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças e proteger o desenvolvimento saudável.
Reverter a queda da cobertura vacinal exige informação qualificada, confiança na ciência e compromisso coletivo com a saúde das futuras gerações.
Fontes: Ministério da Saúde; Programa Nacional de Imunizações (PNI); Organização Mundial da Saúde (OMS); Sociedade Brasileira de Pediatria




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