IA com Orientação
- há 5 horas
- 1 min de leitura
Parte 6: O papel dos profissionais de saúde na orientação familiar

A presença da inteligência artificial na infância e adolescência é uma realidade crescente, com impactos diretos no comportamento, aprendizado e saúde mental.
Nesse contexto, os profissionais de saúde assumem um papel que vai além do diagnóstico: a orientação preventiva às famílias.
O uso de tecnologias baseadas em inteligência artificial pode favorecer o aprendizado, mas também traz riscos relevantes quando não há acompanhamento adequado, como dependência digital, alterações no sono, prejuízos na socialização e exposição a conteúdos inadequados.
“Orientar famílias sobre o uso da tecnologia tornou-se uma extensão essencial do cuidado em saúde.”
A atuação profissional deve ser ativa e estratégica, envolvendo:
Orientação sobre limites saudáveis de uso
Identificação precoce de sinais de impacto no desenvolvimento
Apoio à mediação do uso da tecnologia no ambiente familiar
Incentivo ao uso educativo e supervisionado da IA
Promoção do equilíbrio entre o digital e o mundo real
Além dos impactos clínicos, a ausência de orientação pode gerar implicações éticas e jurídicas, especialmente em situações de exposição indevida, uso inadequado de dados ou negligência digital.
“Tecnologia sem orientação não é inovação — é risco.”
A atuação baseada em evidências fortalece o cuidado integral e contribui para que a inteligência artificial seja utilizada de forma ética, segura e benéfica.
Fontes: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Organização Mundial da Saúde (OMS); American Academy of Pediatrics (AAP); UNICEF; SaferNet Brasil




Comentários